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História das gráficas

Para se ter conhecimento sobre gráfica digital é necessário sim saber o que é e, antes de tudo, que a principal função de uma gráfica digital é oferecer serviços de impressão.

No entanto, até chegar a esse resultado é interessante voltar um pouquinho no tempo para conhecer a história da palavra, do papel e da prensa por estar bastante ligada à história da gráfica digital.

Como no ditado popular, “a necessidade é mãe de todas as invenções”.

Realmente, a necessidade é inerente ao homem, especialmente a de comunicação. Em tempos remotos, o homem primitivo percebeu a necessidade de comunicação e começou rudemente a se comunicar.

Inicialmente com os gestos e sinais, depois com a fala (sons, ruídos) que lentamente foi desenvolvida e a escrita, nas figuras e pinturas, desenhos e símbolos impressos nas cavernas e superfícies rochosas.

Com o passar do tempo, todas essas formas de comunicação passaram a ser organizadas e compreendidas.

No entanto, era preciso imprimi-los de alguma forma e, assim, o homem desenvolveu técnicas para suporte da escrita até chegar ao papel.

Papiro e pergaminho foram dois suportes da escrita usados pelos antigos egípcios e gregos. O papiro foi usado até o início da era Cristã, já o pergaminho quase toda a idade Média. Todavia, os pioneiros na fabricação do papel foram os chineses.

Na Idade Moderna, Johannes Gutenberg cria a prensa. Inicialmente, o inventor adaptou uma prensa de madeira, tipo às usadas para moer uvas e preparar vinho.

Gutenberg desenvolveu seu invento em todas as etapas, ou seja, um sistema de impressão completo.

Hoje, com as inovações criadas a partir da Revolução Tecnológica, surge a gráfica digital.

O termo gráfica significa arte de grafar vocábulos.

Inicialmente, as impressões eram realizadas em gráficas tradicionais.

A partir do século XX, o setor gráfico não para mais de crescer e uma das razões é a chegada da primeira máquina de offset ao Brasil. Daí em diante, da tradicional tipografia surgem as gráficas digitais que mudam completamente a forma de impressão que conhecemos gráfica digital.

Empresa que presta serviços de impressão dentro de um processo de transferência de tinta para um substrato, como papel, plástico etc. Além de possuir equipamentos que fazem uma impressão digital mais precisa por baixo custo.

Segundo dados do SEBRAE,

“a impressão digital começou a ser difundida, a partir da década de 1990, como evolução da impressão gráfica tradicional.

Mais exatamente em 1993, na feira internacional IPEX – The Networking Resource Centre For The Global Print Industry, ocorrida na Inglaterra.

Nessa oportunidade, apresentaram-se os primeiros sistemas digitais de impressão em policromia.

Na DRUPA de 1995, feira realizada na Alemanha, a impressão digital foi a grande estrela da maior mostra de equipamentos gráficos do planeta.

Já na edição de 2000 da DRUPA, quando a feira comemorou seus 50 anos, que a impressão digital mostrou que veio mesmo para ficar”.

A importância da gráfica digital para o mercado 

É impossível pensar num mundo digital sem a impressão gráfica. Ainda que novas tecnologias aconteçam, o papel impresso provavelmente não deixará de existir.

Sua necessidade vai desde uma simples impressão de uma foto para guardar de recordação, até chegar à impressão de livros, jornais, revistas, cartazes, folhetos e o que a imaginação permitir.

Outro ponto a se destacar é a qualidade e o ritmo acelerado no momento da produção de material impresso.

É comum, à gráfica digital, atender prontamente pedidos, sejam eles quaisquer tipos de impresso: calendários, impressos de vários tipos (blocos, recibos, papel timbrado), banners, folhetos, panfletos, folders, como também materiais mais extensos, com maior número de cópias.

Fator importante é que o avanço na tecnologia digital alcançou padrão de excelência, o que possibilitou não somente um upgrade no marketing, nas relações comerciais, mas também na qualidade, no brilho e na cor.

Isso significa que, se de um lado há profissionais de gráfica digital que lidam com equipamentos eficientes, de outro, empresas e indivíduos ganham mais e, assim, podem investir sempre, pois percebem logo o custo-benefício quando o assunto é gráfica digital.

Diferença entre gráfica offset e gráfica digital

Agora passaremos para um ponto mais didático que é entender a diferença entre gráfica offset e gráfica digital.

O que são esses dois processos?

Sumariamente a diferença entre uma e outra está no tipo de equipamento de impressão usado.

No entanto, vamos especificar.

De acordo com o Dicionário Caldas Aulete Digital, imprimir significa “fixar texto ou imagem em papel, cartão, metal, madeira, pedra etc., com uma ou mais cópias, usando método manual ou máquina de artes gráficas”.

Em outras palavras, o ato de imprimir é passar o que se quer imprimir, por exemplo, imagens, desenhos ou textos para uma estrutura, por meio de uma sobreposição de pressão mecânica.

Todavia, isso não significa que a impressão só ocorre dessa maneira, é possível também que ela ocorra sem o uso de tinta.

Vejamos a seguir a diferença entre gráfica offset e gráfica digital.

Gráfica offset

De acordo com a Revista Tecnologia Gráfica, a tecnologia de impressão offset foi inventada em 1904 pelo litógrafo americano Ira Washington Rubel, em seguida patenteada pelo alemão Caspar Hermann.

O sistema chegou ao Brasil na década de 1920, sendo o processo mais empregado e conhecido em todo o país, não somente pela inovação, mas também pela reprodução indireta, ou seja, diferentemente da litografia, existe um rolo intermediário, com superfície de borracha, chamado blanqueta ou caucho.

De acordo com a tese de mestrado de Paul John Vicente,

“a impressão pressupõe a passagem do que se quer imprimir (imagens, desenhos e/ou textos) para o suporte mediante a aplicação de pressão mecânica. Na impressão através de processos mais “tradicionais”, como, por exemplo, offset […] isso é o que de fato acontece”.

A técnica da gráfica offset faz uso de matrizes a partir de chapas de alumínio, ou seja, uma chapa metálica preparada para se tornar sensível à luz é presa a um cilindro que vai rolar por um cilindro menor que contem tinta.

Daí a tinta vai se juntar somente ao texto, à imagem, ao símbolo, o resto fica em branco.

Em seguida, um cilindro com uma blanqueta de borracha – termo que nas artes gráficas significa película ou manta de borracha natural ou sintética que reveste o cilindro impressor das máquinas offset e transfere da matriz para o papel a imagem a ser impressa – rola em cima do primeiro cilindro –  já com a chapa pintada – depois a  blanqueta absorve a tinta, de maneira a proporcionar atrito ao papel.

Agora, a imagem está impressa na blanqueta. Finalmente, o papel passa entre o cilindro com a blanqueta e outro cilindro que vai fazer pressão.

Será dessa forma que a imagem se transfere da blanqueta para o papel.

Em suma, na gráfica offset, o processo é realizado antes das imagens serem impressas no papel, ou seja, elas passam primeiramente pela chapa de alumínio e somente depois disso é que as imagens são transferidas para o material propriamente dito.

Gráfica digital

O termo, gráfica digital, segundo Houaiss, é o processo de impressão que para realizar há a necessidade de controle por computador, daí o nome gráfica digital.

É a impressão que usa recursos da informática aplicados à produção de textos ou a imagens em qualquer suporte, usando como matriz um arquivo digital, sem fotolitos ou chapas.

A gráfica digital surge nos anos de 1990 e torna uma verdadeira evolução em relação à impressão gráfica tradicional, por duas razões bem fortes: tecnologia e rapidez.

  • Tecnologia

Porque o processo da gráfica digital é de produzir uma imagem diretamente da entrada de dados digitais direto do computador para a impressora.

  • Rapidez

Por sua vez, a gráfica digital permite um fluxo menor de tiragem e uso de cores diversas ou uma única cor.

Uma vez no processo, considerar-se-á que a impressão digital é o resultado do registro sobre o papel, sem necessidade de gravar qualquer tipo de matriz para transferências dessas informações.

Isso significa um processo versátil para o atendimento de pequenas tiragens.

Além do mais, o termo, gráfica digital, está intrinsecamente ligado ao termo gráfica rápida.

Um ponto curioso e que nos faz entender melhor essa diferença é que gráfica digital funciona praticamente como as nossas impressoras domésticas.

Todavia, o equipamento é bem maior e possui capacidade de impressão mais elevada em comparação ao que fazemos em casa ou no escritório, por outro lado também, permite processos variados de impressão, como já é de nosso conhecimento: a laser, a jato de tinta, etc.

Diferença entre gráfica digital e copiadoras

É notável o número de indivíduos que recorrem a serviços de cópias e impressão. Mas afinal, qual é a diferença?

Em primeiro lugar, o que uma copiadora faz?

Reproduz, copia documentos, por meio de duas tecnologias. A primeira chamada eletrofotografia que é a produção de imagens fotográficas através de uso de carga eletrostática.

Para a segunda tecnologia, existe uma historinha bem interessante. Trata-se da xerografia.

Antigamente, podemos dizer assim mesmo, não havia cópias de documentos, ou se fotografava (técnica onerosa) ou datilografava (técnica demorada). Tempos depois, surgiu o mimeógrafo (técnica pouco eficiente e cópias molhadas devido ao uso do álcool).

Até que um americano, Chester Carlson, inventou a fotocópia (processo barato, seco e limpo).

No entanto, as empresas as quais ele apresentou o produto não se interessaram, até que em 1947, um pequeno fabricante de papel fotográfico, hoje conhecido com Xerox comprou a licença de fabricação do processo chamado xerografia.

Assim sendo, quando há necessidade de cópias urgentes e em grande número nada melhor do que uma copiadora.

Falando agora em impressão, o que faz uma gráfica digital?

Com a evolução tecnológica, a chegada de computadores e softwares mais eficientes, a gráfica digital investiu em processos conduzidos por computadores. Assim novos equipamentos e novas formas de produção de material gráfico surgem.

Além disso, é possível produzir uma infinidade de materiais gráficos, tais como agendas, cadernos, calendários, brindes personalizados, como também de cartões de visitas, folders, flyers, banners e quaisquer produtos passíveis de serem reproduzidos numa gráfica digital.

Vantagens da gráfica digital

São inúmeras as vantagens de uma gráfica digital. Por isso, selecionamos algumas delas. Veja a seguir.

A primeira e principal é que a gráfica digital permite suprimir etapas durante o curso do trabalho, a saber, dispensa matriz para imprimir, consequentemente, reduz o custo fixo e de preparo ao usar diretamente para impressão diferentes arquivos como PDF, por exemplo.

O processo de gráfica digital é ideal para pequenas tiragens, como também é indicada para trabalhos de impressão com dados variáveis.

Outras vantagens que a gráfica digital oferece são:

  • entrega de trabalhos mais rápida;
  • aceitação de pedidos com tiragem menor;
  • e custo x benefício.

Quais serviços uma gráfica digital oferece?

A gráfica digital alinha-se perfeitamente ao mundo globalizado, porque ela é nada mais que fruto da tecnologia, por isso se tornou uma expertise em prestação de serviços, uma vez que, além de oferecer serviços diretamente, o cliente tem a facilidade de fazê-los on-line.

Geralmente, o carro chefe da gráfica digital são os cartões de visita.

Na sequência, panfletos, apostilas e muitos calendários no final de ano.

Sem contar com as impressões mais comuns de documentos, apostilas para cursos preparatórios, dissertações, teses, impressão de livros didáticos, ou seja, uma infinidade de trabalhos impressos em preto e branco.

Sem se esquecer das impressões coloridas destinadas a fins diversos, como campanhas de comunicação e marketing, eleitorais etc. 

Gráfica digital para pequenas e médias empresas

Sabemos que o Brasil é o país que mais investe em pequenos e médios negócios.

A cada dia as pequenas e médias empresas se expandem e criam mais atividades. Segundo dados do SEBRAE, “as micro e pequenas empresas são as principais geradoras de riqueza no Comércio no Brasil, já que respondem por 53,4% do PIB deste setor”.

Diante desses dados, é certo que dentro dessas empresas há necessidade urgente de materiais gráficos impressos e inúmeros são os serviços que a gráfica digital pode oferecer.

Não importa se a empresa tem dois ou vinte funcionários, é possível a confecção de vários produtos, ainda que em número reduzido.

Essa é uma das maiores vantagens da gráfica digital.

Do cartão de visitas ao brinde do final de ano, como calendários e agendas; do cotidiano de uma empresa, como cardápios, papel timbrado, rótulos, pastas, agendas, recibos a comemorações entre empresa e funcionários, como convites, faixas, certificados.

Não importa. A gráfica digital proporciona qualidade e um ótimo custo x benefício.

Fazer orçamentos de serviços em uma gráfica digital

A fim de que o cliente não se perca ao fazer pedidos e orçamentos, é sempre bom saber direitinho o que e quanto pedir.

Vejamos: especificar a definição e a dimensão do produto é fundamental, assim como as cores e a quantidade que o cliente deseja.

Outro ponto é sobre o modelo e, sempre que possível, especificar também o tipo de acabamento.

É muito importante para a gráfica digital a segurança e a satisfação do cliente.


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